• Lisa Yang

the shining, o verdadeiro terror era como stanley kubrick tratava seus atores

Atualizado: 11 de Dez de 2021


aproveitando a comemoração do aniversário da Shelley Duvall no dia sete de julho de 2021, decidi escrever um texto sobre todo aquele caso famoso, dos bastidores de produção de o iluminado, filme do stanley kubrick, clássico de 1980, baseado no romance homônimo, de stephen king.

vale dizer, que este texto vai ser um resumo, onde vou falar de casos específicos, um panorama geral, e citações do documentário, “making the shining”, da filha do stanley, vivian kubrick, onde é possível acompanhar vários abusos nessa relação conturbada de diretor X atriz. começemos do início, quem em conhece stanley kubrick, sabe que ele era um cineasta extremamente autoral, que em the shining mesmo, tinha recusafl colaborar no roteiro com o stephen, pois o achaca mediocre, mas antes não era muito diferente, nos seus primeiros trabalhos, ele fazia brincadeiras dizendo que seus elencos, não eram profissionais. onde em “full metal jacket”, ganhou seu auge, onde atores chegaram a ser despedidos. por decisão do stanley.

bem, por outro lado, temos versões positivas, em “eyes wide shut”, seu último filme se sua longa carreira, filme esse, com guiness Record por película com mais de 400 dias de rodagem. relatos haviam, da nicole kidman e do tom cruise, de uma forma geral, um bom relacionamento estabelecido entre eles.

mas então, o que aconteceu mesmo e. the shining, filme esse tão amado por uns e odiados por outros? o que acontece foi uma tragédia, essa relação abusiva causou o fim da carreira de uma atriz querida, no documentário já citado antes, há um trecho, que diretamente, o stanley fala, “eu não simpatizo com Shelley”. ela era, isolada do resto da equipe de produção, onde nas saídas, ela ficava sozinha, e em diversos momentos tinha ataques nervosos, queda de cabelo, e colapsos intensos por conta de tanto estresse. desentendimentos era o que mais tinha por traz das câmeras. e claro, temos o icônico feito da cena filmada, nada mais, nada menos, do que CENTO VINTE E SETE VEZES, cena a seguir:



só na centésima e vinte sete, kubrick achou ok e parou de filmar, todo o medo, e tensão retratada pela Shelley Duvall, em fato, era o que ela sentia, então se já o filme tinha uma narrativa sombria, a realidade era ainda maior. o que aconteceu foi muito triste, e tomara que nunca se repita. atores não deveriam ser abusados para atuações marcantes, acontecerem. shelley duval era talentosa o suficiente para entregar uma memorável performance sem ter que, no meio disso, ser levada além dos seus limites humanos.

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